• Henrique Chiapini

Peñarol "dita" o ritmo do jogo e vence o Flamengo dentro do Maracanã lotado.

Jejum? Não mais! Após 15 tropeços fora de casa na Libertadores (13D - 2E), o Peñarol vence o Flamengo dentro do Maracanã lotado. Os 'Carboneros' se aproveitaram da expulsão de Gabigol, para definir o jogo. Após o rubro-negro ser advertido com o cartão vermelho, Diego López - técnico uruguaio - observou que seu time tinha totais condições de vencer a partida, ainda mais que o Flamengo não fornecia perigo nenhum ao gol defendido por Dawson. Desse modo, o treinador tirou o volante Pereira, que já estava com cartão amarelo, para colocar o centroavante Lucas Viatri.

Do outro lado, Abel Braga foi bastante questionado em relação às suas substituições. Por que não utilizar o Arrascaeta? O jogador mais caro do elenco e que poderia, realmente, mudar a situação do jogo. Por que insistir em Uribe? Que não se encontra em uma boa fase. Qual o intuito de tirar um volante, que estava bem na partida, para colocar um ponta, que não está agradando a torcida? Além de desestruturar taticamente o time, o Flamengo foi para o "tudo ou nada", mesmo com um jogador a menos. São várias perguntas sem respostas.

O Peñarol, mesmo jogando na retranca, "ditou" o ritmo do jogo, conseguindo pará-lo com a famosa catimba uruguaia, e saindo nos contra-ataques, a fim de surpreender os rubro-negros. O único jogador do Flamengo que, com os seus passes, tentava desmontar a defesa 'Carbonera', era o Diego. Mas, mesmo assim, os lances não originavam perigo ao gol visitante. Basta entender que, além de Abel Braga ter substituído errado, o Flamengo não realizou uma partida digna para vencer o Peñarol hoje.

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