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Derrota para a Argentina escancara série de erros na Seleção Brasileira

Nesta terça-feira (21), Brasil e Argentina entraram em campo para disputar a sexta rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Porém, antes da bola rolar, a polícia precisou intervir uma pancadaria generalizada no setor sul do Maracanã, retardando em 30 minutos o início do clássico.


Dentro de campo, os atuais campeões do mundo levaram a melhor, derrotando a Seleção Brasileira por 1 a 0, com um gol de cabeça de Otamendi. O revés coloca o Brasil na sexta posição das eliminatórias, enquanto os nossos rivais finalizam o ano em primeiro colocado.


Otamendi vence disputa aérea e faz o gol de cabeça para a Argentina.
Foto: Alexandre Brum/Estadão Conteúdo

Se 2022 não terminou bem, 2023 está sendo ainda pior. O fiasco contra a Argentina somatizou a quinta derrota da Seleção Canarinha em nove jogos disputados no ano, além de ser a primeira dentro de casa na história das eliminatórias. Marrocos, Senegal, Uruguai, Colômbia e Argentina foram os algozes de uma nação que já subiu ao topo do pódio mundial cinco vezes ao longo de sua trajetória.


Os erros não são simples e pontuais, mas são gradativos. O problema é bem mais fundo do que parece ser, abalando as raízes de uma seleção que já foi temida mundialmente. A reformulação precisa ser completa, desde os dirigentes, até mesmo os jogadores que vestem a amarelinha.


Fernando Diniz impaciente no jogo entre Brasil e Argentina.
Foto: Marco Galvão/Getty Images

Entre ambos, ainda temos o técnico, escolhido para comandar não somente o Brasil, mas também uma equipe de futebol que rivaliza com outras torcidas. Não é certo. Nunca foi certo. Além do mais, mendigar por qualquer outro treinador, por mais vitorioso que ele seja, também não condiz com o tamanho da nossa camisa.


Depois de tudo, ainda temos as convocações. Por mais adequadas que elas se enquadrem, ainda assim faltará algum atleta que está atuando em alto nível no futebol mundial. Claro, o Brasil é repleto de excelentes jogadores, porém existem muitos nomes duvidosos nessas listas de chamadas. E, diante disso, é inaceitável ter algum tipo de improvisação dentro de campo em uma equipe repleta de craques.


No entanto, infelizmente, não é isso que acontece. Contra a Colômbia, por exemplo, Fernando Diniz colocou Pepê para atuar como lateral. Já contra a Argentina, recuou André para a zaga, assim como faz à frente do Fluminense. Enfim, são inúmeros questionamentos, mas a pergunta que fica é: desde quando a Seleção Brasileira se tornou tão indiferente para todos?

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